Trânsito

Serra do Rio do Rastro será liberada na tarde de hoje

Atualizada às 8h02min – A remoção de rochas sobre a SC-390, trecho da Serra do Rio Rastro, em Lauro Müller, finalizou e a liberação do tráfego de veículos acontecerá no início da tarde desta quarta-feira (6). A afirmação é do Superintendente Regional Sul do Deinfra, Lourival Pizzolo. O dirigente se reúne dentro de instantes com geólogos e técnicos da empresa Setep em Lauro Muller, no local do deslizamento. A medida inicial seria liberar o trânsito em meia pista. A Polícia Militar Rodoviária (PMR'v) do Guatá participa do encontro.

“A rodovia será liberada, na parte da tarde e somente em uma das pistas. Temos que refazer aproximadamente 30 metros do muro de proteção que fora danificado com a queda das pedras”, confirma o superintendente Regional Sul do Deinfra, Lourival PIzzolo, à reportagem do Sul in Foco.

Mesmo com o anúncio, a Polícia Militar Rodoviária – PMRv do Guatá diverge sobre a afirmação do dirigente do Deinfra. Segundo o Cabo Aurélio, o trânsito não será liberado sem antes reconstruírem o muro de proteção ou a colocação de uma defensa metálica (guard rail).

“O local é muito perigoso e caso chova, pode haver acidentes graves com a formação de lama sobre a pista. Vamos aguardar até ter uma liberação do Deinfra e da empresa. Depois disso, vai ser avaliada a possibilidade de reconstrução do muro ou colocação da defensa metálica, para depois haver a liberação. Enquanto isso, não esta sendo liberado para ninguém, nem para pedestres visitantes. O local continua isolado ao longo de 5 km em cada sentido da rodovia, distante do local”, defende Aurélio.

Já Pizzolo, durante entrevista, afirmou que a liberação acontecerá mesmo em situação de chuva. “Com ou sem chuva, haverá a liberação. Estaremos nos reunindo novamente com os técnicos, mas é certa a liberação da via para o trânsito de veículos”, pontua.

A via esteve interditada em ambos os sentidos desde o último sábado (2), quando parte da encosta deslizou sobre a rodovia no km 407. 

500 m³

Este foi o montante de material retirado por parte da empresa responsável pelos trabalhos de remoção de material no local durante as últimas horas. Ainda segundo fontes ligadas à empresa, foram utilizadas duas escavadeiras hidráulicas com o auxílio de caminhões caçamba.

Em meio às rochas, uma grande pedra. “Ela tinha o tamanho de um caminhão caçamba. Foi totalmente reduzida com os equipamentos”, finaliza Pizzolo.

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