Saúde

Diagnosticado com leucemia, Pedrinho precisa de um doador de medula óssea

Pedrinho precisa de um doador

Foto: Arquivo pessoal

O garoto Pedro Ribeiro Cardozo, de dez anos, natural de Tubarão, foi diagnosticado há cerca de quatro meses com leucemia. Agora, é necessário fazer o transplante de medula óssea e, para isso, uma campanha está sendo realizada nas redes sociais.

Pedrinho, como é conhecido, precisa de um doador de medula óssea. Ele já iniciou o tratamento de quimioterapia em Florianópolis, porém, de acordo com um médico especialista de São Paulo, deve precisar passar pelo procedimento.

No Facebook, a família criou uma página para ampliar a divulgação da busca por pessoas compatíveis. A campanha também já chegou aos grupos de WhatsApp.

“Pedrinho está em tratamento contra o câncer e precisa da sua ajuda! Ele terá que fazer transplante de medula óssea e por isso precisamos achar alguém com a medula compatível. Esse alguém pode ser você! Para ser um doador é muito fácil: ter entre 18 e 55 anos, boa saúde, solidariedade e amor ao próximo”, dizem familiares nas redes sociais.

Para verificar a compatibilidade e ser um doador, basta comparecer a uma unidade do Hemosc, onde 5 ou 10 ml de sangue serão coletados. A compatibilidade deve existir entre as células do doador e do receptor.

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos) de origem, na maioria das vezes, não conhecida. Ela tem como principal característica o acúmulo de células jovens (blásticas) anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas, ocupa a cavidade dos ossos e é conhecida popularmente por tutano. Nela são encontradas as células-mães ou precursoras, que originam os elementos do sangue: glóbulos brancos, glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e plaquetas.

Como é a doação?

Qualquer pessoa com idade entre 18 e 55 anos e boa saúde pode doar medula óssea. Ela é retirada do interior dos ossos da bacia, através de punções, e se recompõe em apenas 15 dias. O processo de doação é muito simples. Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (10 ml) e será preenchida uma ficha com informações pessoais.

O sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. O tipo de HLA será incluído no cadastro. Quando aparecer um paciente, a compatibilidade será verificada. Se você for compatível com o paciente, outros exames de sangue serão necessários. Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir quanto à doação.

O atual estado de saúde será então avaliado. A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação, pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.

Com informações do Jornal Diário do Sul

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