Segurança

Suspeito de liderar atos criminosos em ponto de protesto de caminhoneiros em Imbituba é preso

Outras cinco pessoas são investigadas por crimes durante manifestação.

Operação da PRF, PM e Exército tenta desmobilizar ponto de bloqueio dos caminhoneiros no km 282 na BR-101, em Imbituba (Foto: José Araújo da Silva/NSC TV)

Um manifestante foi preso na noite de quarta-feira (30) em Imbituba. Conforme a Polícia Civil, o homem é suspeito de agressão contra outros caminhoneiros, apedrejamento de veículos e intimidar motoristas que queriam abandonar os protestos. Ele também foi considerado pela polícia um dos líderes de atos criminosos no ponto de protesto.

No local onde foi preso, no km 282 da BR-101, ocorria o ponto de protesto mais crítico do estado, conforme a PRF. Houve desmobilização na quarta-feira em uma ação em conjunto com a Polícia Militar e o Exército e conflitos na terça (29).

Segundo a Polícia Civil, o suspeito era monitorado há três dias e foi preso em flagrante. Outros cinco homens que estavam na manifestação são investigados pela Polícia Civil. A Polícia Militar informou que um grupo foi conduzido à delegacia por volta das 21h, por atear pedras e foguetes em veículos que passavam.

O homem teria constrangido e causado lesões corporais em caminhoneiros, danificado veículos que passavam no local e incitado outras pessoas a praticarem violência. A Polícia Civil ainda continua o inquérito e apura crimes de associação criminosa, incitação ao crime, constrangimento ilegal qualificado, desacato, ameaça, e desobediência.

Desmobilização

Mais de 70 agentes de segurança participaram da operação para a desmobilização na quarta, por volta das 17h. Eles liberaram as pistas marginais e o acostamento. A Cavalaria e o Batalhão de Choque foram à frente para dispersar os manifestantes.

A polícia usou bombas de gás lacrimogênio e disparou tiros de bala de borracha. Não houve registros de feridos. O inspetor da PRF Everson Feuser considerava o ponto do km 282 da BR-101 o mais crítico dos bloqueios dos caminhoneiros.

Ele afirmou que, em Imbituba, “muitas pessoas estão sendo coagidas, estão sendo ameaçadas e muitas vezes agredidas por manifestantes que estão ali. Manifestantes que, na maioria, não fazem parte da manifestação, aquela manifestação que iniciou [dos caminhoneiros]”.

Com informações do site G1 SC

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