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Criciúma: Gastos na Câmara de Vereadores voltam a chamar a atenção

Relatório confeccionado pelo Observatório Socialfaz referência ao ano de 2019 e possui os comparativos com os anos de 2017 e 2018.

Divulgação/Decom

O gasto com pessoal continua aumentando na Câmara de Vereadores de Criciúma. O legislativo da cidade já foi pauta do Observatório Social em outras ocasiões pelo mesmo motivo, mesmo assim, os valores continuam elevados. Horas extras, diárias, passagens, vantagens pessoais e diferença de salário são alguns dos itens que encarecem a folha de servidores. O relatório confeccionado pelo Observatório Social de Criciúma faz referência ao ano de 2019 e possui os comparativos com os anos de 2017 e 2018.

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A folha de pagamento continua sendo o gasto que mais onera, já que dos quase 16 milhões totais, mais de 13,5 milhões vem da folha de pagamento. Os salários dos servidores efetivos chamam a atenção, com servidor ganhando mais de 21 mil reais devido a acumulo de funções e horas extras.

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O aumento é percebido também nos “extras”. Horas extras, diárias, passagens, vantagens pessoais e diferença de salário são itens que apresentam aumento considerável no último ano. No quesito “Diárias” o valor gasto subiu de nove mil reais para quase 16 mil reais, enquanto o valor gasto com passagens aumentou quase 20 mil reais de 2018

As horas extras de alguns servidores aumentaram em 2019, assim como a diferença de salário. Os dois itens somados aos salários fazem com que o valor suba consideravelmente.

Providências são pedidas desde 2016

Os gastos da Câmara de Vereadores têm sido uma das maiores pautas do Observatório Social ao longo dos anos. Desde 2016, quando servidores possuíam salário maior que o do prefeito, o OS já protocolou junto ao legislativo uma proposta de redução de gastos. Os altos salários, além de onerarem o município atualmente, podem ter um impacto ainda maior, já que as aposentadorias são integrais.

No fim de 2019, mais uma vez, o OS, junto a outras entidades enviaram a Câmara uma proposta para redução nos gastos. Onde, além da diminuição dos cargos comissionados, chamavam a atenção para a situação dos efetivos, pois 16 servidores possuíam média salarial superior a R$ 14.900,00, muito acima da média do mercado da região.

As soluções apontadas foram a suspensão imediata do plano de carreira, a extinção de alguns cargos efetivos na medida que os atuais detentores forem deixando a função, até chegar ao número total de 12 servidores efetivos. Este número é o considerado suficiente para as necessidades da câmara. A redução do repasse de verbas de 5% para 2,5% e a redução do número de assessores parlamentares de dois para um por vereador.

Com informações do site TNSul

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